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Documento aponta necessidades e desafios do setor e defende expansão sustentável da silvicultura no estado

A Associação dos Reflorestadores de Mato Grosso (Arefloresta) realizou uma série de reuniões para apresentar a agenda programática e as principais demandas do setor da silvicultura às principais coligações que reúnem os candidatos ao governo estadual nas Eleições 2026. O Caderno de Pautas Setoriais, elaborado pela associação, foi entregue às equipes de campanha e passam a incorporar as propostas do setor florestal em seus planos de governo.
No dia 03 de setembro, a equipe da associação reuniu-se com a coordenação geral do Plano de Governo do candidato Wellington Fagundes (PL) e apresentou as demandas do setor. Já no dia 4 de setembro, as propostas do setor de silvicultura foram apresentadas à candidata a governadora Natasha Slhessarenko (PSD); em 10 de setembro foi a vez da candidata a vice-governadora na chapa de Otaviano Pivetta (Republicanos), deputada federal Gisela Simona (União Brasil), receber a pauta setorial da Arefloresta.
O documento destaca o papel estratégico da silvicultura para a economia e a sustentabilidade de Mato Grosso, contextualizando a meta do Plano de Desenvolvimento Florestal e Biomassa, os investimentos necessários para expandir a área de florestas plantadas até 2040 e a urgência de estabelecer segurança jurídica, desburocratização e atratividade para o capital privado e institucional.
O presidente da Arefloresta, Fausto Takizawa, frisou que, para viabilizar essa expansão ordenada, o documento sugere cinco prioridades centrais. Entre elas estão a criação de um Fundo Garantidor de Crédito e Fundo Estadual de Investimento Florestal com foco em capital paciente, a instituição de governança permanente por meio de uma Câmara Setorial transversal e a criação de um programa de industrialização com incentivos fiscais para agregar valor à madeira local.
“Nossa associação quer reforçar essa agenda junto aos candidatos ao governo estadual. Necessitamos fazer a transição de um modelo meramente exportador de madeira bruta e biomassa energética para uma base industrial diversificada, o que certamente multiplicará os empregos no interior do estado. Além disso, essa consolidação fortalece a segurança energética agroindustrial e posiciona Mato Grosso como referência em economia de baixo carbono, aliviando simultaneamente a pressão sobre as florestas nativas”, comentou Takizawa.
Fonte: Assessoria de Imprensa: Dialog
Data: 16/09/2026